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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Formação de língua portuguesa - leitura e escrita de textos. Sequencia didática "Cocô de passarinho"


Sequencia Didática "Cocô de Passarinho" (Eva Furnari) – leitura e escrita
Objetivos:
·          Ler para compreender o sentido do texto;
·         Conhecer a estrutura e especificidades do gênero narrativo;
·          Refletir, analisar, criar hipóteses e concluir sobre o uso das regularidades e irregularidades gramaticais e ortográficas presentes no texto;
·         Observar o uso da pontuação e usa-la para manter o sentido original do texto;
·         Fazer uso do discurso direto utilizando a pontuação necessária a essa situação;
·         Observar, analisar e produzir textos com base em bons modelos de forma coesa e coerente, seguindo as especificidades do gênero que esta sendo trabalhado.
Resenha do livro:
Essa é a história de dois problemas e uma solução, vividos pelos seis únicos habitantes de uma cidade minúscula. Primeiro: toda tarde eles se reuniam para conversar na pracinha e toda tarde os passarinhos faziam cocô na cabeça deles. Segundo: eles nunca tinham assunto para conversar. Mas um dia passa um vendedor ambulante passa pela cidade e as coisas finalmente começam a mudar.
ANTES DA LEITURA
Conhecendo um pouco mais sobre a autora e ilustradora Eva Funari:
Ilustradora e escritora de livros infantis, Eva Funari nasceu em Roma, na Itália, no ano de 1948, mas veio para o Brasil com menos de três anos de idade. Formou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, no ano de 1976.
“Na minha família são todos engenheiros, físicos e químicos, então eu vacilei um pouco em assumir a minha carreira artística. A arquitetura me oferecia um meio termo: não era nem a arte pura nem a ciência exata.”
Foi na universidade que começou a desenhar histórias, uma brincadeira entre amigos, com a criação de personagens para os adultos. Tornou-se professora de desenho, pintura, escultura e gravura no atelier de Artes Plásticas Lasar Segall e ilustradora em diversos jornais e revistas. Quando teve seu primeiro filho, Eva Furnari foi atraída pela literatura infantil e começou a fazer ‘ilustração narrativa’ destinada a crianças bem pequenas.
“A primeira história, na verdade, foi uma coleção bem simples para crianças não alfabetizadas. Dessa coleção de quatro livros tinham dois com pequenas histórias e dois para crianças ainda mais novinhas que falavam de coisas bem cotidianas e de coisas que acontecem só de vez em quando”.
Em 1980, desenhando para o jornal Folha de São Paulo, criou a ‘Bruxinha’, personagem mais popular de suas criações. Segundo Eva, a Bruxinha começou apenas como uma tirinha para jornal, foi evoluindo, aprimorando-se durante seis ou sete anos, e só então se tornou livro. Com a publicação ela desenvolveu a capacidade de escrever. Inspiração e muito trabalho tornaram-se seu dia-a-dia. Eva conta que sempre trabalha um texto a partir de uma imagem. Mas pratica muito para chegar ao resultado final.
“Eu fico recolhida de olhos fechados para abrir a portinha para o universo dos sonhos e as idéias vêm e as personagens ganham vida”.
Então ela escreve, reescreve, consulta pessoas, dicionários, volta a mexer, até chegar à conclusão de que o trabalho está bom. O resultado de tanta dedicação são cinqüenta livros infantis publicados, mais de 3 milhões de exemplares vendidos no Brasil, América Latina e Europa e importantes prêmios, como o Jabuti, APCA e Fundação Nacional do Livro.
“Eu gosto muito de escrever para as crianças porque elas são exigentes e sinceras”.
A possibilidade de incentivar o gosto pela leitura e despertar o jovem para importantes questões do dia-a-dia também são atrativos para Eva escrever e desenhar. Vale lembrar que alguns de seus livros - como ‘Lolo Barnabé’, ‘Pandolfo Bereba’, ‘Abaixo das Canelas’, ‘Cocô de Passarinho’, ‘A Bruxa Zelda e os 80 docinhos’ - já foram adaptados para o teatro, sendo que ‘Truks’ recebeu o prêmio Mambembe em 94.
Eva Funari em auto-retrato. Caracterizada com as roupas da ‘Bruxinha’, personagem com a qual ganhou fama.
DURANTE A LEITURA
·         Antecipações justificadas, feitas a partir de uma primeira visualização das figuras que compõem o livro.
·         Leitura compreensiva e interpretativa da primeira parte do livro.
1) Explique o que a autora sugere ao dizer:
a) “Sentavam-se no mesmo lugar e diziam as mesmas coisas.”
b) “Um mês depois o assunto das conversas foi aumentanto.

2) A festa marca uma situação especial. Qual é a importância dela para o entendimento da história?

APÓS A LEITURA
·         Exposição oral dos textos produzidos para apreciação da sala e confronto de idéias: As sugestões foram as mesmas? Quais foram as mais interessantes?
·         Conversa sobre a solução trazida pela autora: Ela foi criativa? Por quê? Vocês tinham pensado nessa solução quando escreveram cartas aos moradores da cidade?





Sequencia didática – produção textual

1.       Texto fatiado (ordenar e ilustrar) – enfocando a coerência de ações e a cronologia do texto.
2.       Reescrita coletiva (na lousa ou em papel pardo) – a classe escolhe quem será o redator e o professor só interfere quando ou se houver necessidade.
3.       Produção textual – (propor que escrevam uma carta para os habitantes da cidade com sugestões para ajudá-los a solucionar o problema em questão) em dupla com base em modelo que contenham as especificidades de uma carta.
4.       Pesquisa sobre as espécies de passarinhos mais comuns nas cidades brasileiras (internet);
5.       Produção de ficha técnica – com principais informações sobre os pássaros pesquisados (ver modelo);
6.       Produção de texto informativo - com base em modelo (em duplas);
Correção no retro projetor:
1) Um texto que não seguiu a estrutura e a linguagem formal necessária ao gênero;
2) Um texto onde houve muitos erros ortográficos (os mais frequentes na sala);
3) Correção com legenda dos demais textos visualizando o fim social – exposição para os colegas de sala.
- Exposição escrita, cartazes com texto e ilustrações, dos textos produzidos para apreciação da sala;
- Bingo ortográfico com as dificuldades encontradas nas produções;
Socialização: O que foi importante no trabalho com o livro “Cocô de passarinho”?
Questionário interpretativo:
1) Como se chama o livro estudado?
2) Que outro título você daria a historia?
3) Descreva como era a cidade inicialmente.
4) Como viviam os moradores da cidade?
5) E os passarinhos?
6) Que tipo de problemas os moradores tinham que resolver (conflito)? Conseguiram? Como solucionaram (desfecho)?
7) O que aconteceu com a conversa dos moradores?
8) Que mudança ocorreu nas suas vidas?
9) E na vida dos passarinhos?
10) Qual mensagem a autora quer nos transmitir? Como você chegou a esta conclusão?
11) As ilustrações apresentadas pelo livro são interessantes? Por quê?
12) A história trazida pelo livro é interessante? Por quê?
13) Você conhece outros trabalhos da autora? Quais? Você os acha interessante?

Modelo da ficha técnica:

FICHA TÉCNICA

Passarinho escolhido__________________________________

Nome científico:__________________________________

Nome popular:___________________________________

Tamanho:_________________________________

Espécie:___________________________________

Local onde é encontrado:________________________________

Hábitat:___________________________________

Alimentação:_______________________________

Modo de viver:_____________________________________

Pode ser domesticado:_______________________________

Curiosidade:_______________________________

Motivo da busca:____________________________________



Texto fatiado:
Era uma vez uma cidade bem pequena. Tinha seis habitantes. Todo
...fim de tarde eles se reuniam para conversar na praça.
Sentavam-se sempre no mesmo lugar e diziam as mesmas coisas.
Os passarinhos da praça também estavam sempre nos mesmos lugares e piavam as mesmas coisas.
Os moradores da cidade tinham...
...um grande problema.
Todos os dias os passarinhos faziam cocô na cabeça deles e isso os deixava bastante aborrecidos.
Um dia se reuniram, na praça mesmo, para achar uma solução para o problema.
Depois de duas horas de discussão chegaram num acordo.
Usariam chapéus.
Passaram então a ficar elegantes, cada um com o seu. Por algum tempo a conversa mudou um pouco.
Até que um dia passou um vendedor ambulante pela cidade. Ele vendia flores e sementes. Ninguém comprou, mas quando...
... ele se distraiu os passarinhos comeram muitas sementinhas das cestas. E a conversa dos...
...passarinhos também mudou um pouco.
Na semana seguinte um dos moradores observou algumas mudanças nos chapéus. E a conversa foi aumentando, pois nasceram muitas e diferentes plantas nos chapéus.
Nas plantas sugiram ninhos e estes se encheram de ovinhos.
Depois de três meses nasceram os filhotes. E os moradores passaram a discutir quais seriam os nomes dados aos novos moradores.
Um ano depois, organizaram a festa de um ano do chapéu, sabe quem era o convidado de honra? O vendedor...
...de flores.
No dia seguinte da festa era só alegria. Os passarinhos faziam a maior algazarra e os moradores da cidade eram só generosidade e harmonia. Até já imaginavam a festa do ano seguinte.
E a conversa nunca mais foi a mesma.
Cocô de passarinho
Eva Furnari




Pontuando o texto:
Pontue o trecho retirado do livro, de forma a inferir a significação original e usando os sinais necessários à situação:
“Três meses depois____
____Nasceram os filhotes ____Vamos escolher os nome_____
____Que tal Pasqautela____Zebertelha e Pedregulha____
____Não tem graça____
Quatro meses depois____
____Eu gosto mais quando eles dançam rumba____
____Eu não____prefiro lambada____Faz mais a minha cabeça____”

A gramática no texto (concordância e tempo verbal):
Complete as lacunas do texto com o verbo que esta entre parênteses. Não esqueça que o fato já ocorreu e os personagens principais da história são os moradores e os passarinhos:
Cocô de passarinho
Eva Furnari

Era uma vez uma cidade bem pequena. Tinha seis habitantes. Todo fim de tarde eles se _____________ (reunir) para conversar na praça.
__________-se (sentar) sempre no mesmo lugar e __________ (dizer) as mesmas coisas.
Os passarinhos da praça também __________ (estar) sempre nos mesmos lugares e __________(piar) as mesmas coisas.
Os moradores da cidade __________ (ter) um grande problema. Todos os dias os passarinhos __________ (fazer) cocô nas suas cabeça e isso os deixava bastante aborrecidos.
Um dia se _____________ (reunir), na praça mesmo, para achar uma solução para o problema. Depois de duas horas de discussão __________ (chegar) num acordo.
___________ (usar) chapéus. __________ (passar) então a ficar elegantes, cada um com o seu. Por algum tempo a conversa mudou um pouco.
Até que um dia passou um vendedor ambulante pela cidade. Ele vendia flores e sementes. Ninguém comprou, mas quando ele se distraiu os passarinhos __________ (comer) muitas sementinhas das cestas. E a conversa dos passarinhos também mudou um pouco.
Na semana seguinte um dos moradores observou algumas mudanças nos chapéus. E a conversa foi aumentando, pois __________ (nascer) muitas e diferentes plantas nos chapéus.
Nas plantas __________ (surgir) ninhos e estes se __________ (encher) de ovinhos.
Depois de três meses __________ (nascer) os filhotes. E os moradores __________ (passar) a discutir quais seriam os nomes dados aos novos moradores.
Um ano depois, __________ (organizar) a festa de um ano do chapéu, sabe quem era o convidado de honra? O vendedor de flores.
No dia seguinte da festa era só alegria. Os passarinhos __________ (fazer) a maior algazarra e os moradores da cidade __________ (ser) só generosidade e harmonia. Até já __________ (imaginar) a festa do ano seguinte.

E a conversa nunca mais foi a mesma.

Formação de língua portuguesa - leitura e escrita de textos. Sequencia didática "Cocô de passarinho"

Sequencia Didática "Cocô de Passarinho" (Eva Furnari) – leitura e escrita
Objetivos:
·          Ler para compreender o sentido do texto;
·         Conhecer a estrutura e especificidades do gênero narrativo;
·          Refletir, analisar, criar hipóteses e concluir sobre o uso das regularidades e irregularidades gramaticais e ortográficas presentes no texto;
·         Observar o uso da pontuação e usa-la para manter o sentido original do texto;
·         Fazer uso do discurso direto utilizando a pontuação necessária a essa situação;
·         Observar, analisar e produzir textos com base em bons modelos de forma coesa e coerente, seguindo as especificidades do gênero que esta sendo trabalhado.
formacao4
Resenha do livro:
Essa é a história de dois problemas e uma solução, vividos pelos seis únicos habitantes de uma cidade minúscula. Primeiro: toda tarde eles se reuniam para conversar na pracinha e toda tarde os passarinhos faziam cocô na cabeça deles. Segundo: eles nunca tinham assunto para conversar. Mas um dia passa um vendedor ambulante passa pela cidade e as coisas finalmente começam a mudar.
ANTES DA LEITURA
Conhecendo um pouco mais sobre a autora e ilustradora Eva Funari:
Ilustradora e escritora de livros infantis, Eva Funari nasceu em Roma, na Itália, no ano de 1948, mas veio para o Brasil com menos de três anos de idade. Formou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, no ano de 1976.
“Na minha família são todos engenheiros, físicos e químicos, então eu vacilei um pouco em assumir a minha carreira artística. A arquitetura me oferecia um meio termo: não era nem a arte pura nem a ciência exata.”
Foi na universidade que começou a desenhar histórias, uma brincadeira entre amigos, com a criação de personagens para os adultos. Tornou-se professora de desenho, pintura, escultura e gravura no atelier de Artes Plásticas Lasar Segall e ilustradora em diversos jornais e revistas. Quando teve seu primeiro filho, Eva Furnari foi atraída pela literatura infantil e começou a fazer ‘ilustração narrativa’ destinada a crianças bem pequenas.
“A primeira história, na verdade, foi uma coleção bem simples para crianças não alfabetizadas. Dessa coleção de quatro livros tinham dois com pequenas histórias e dois para crianças ainda mais novinhas que falavam de coisas bem cotidianas e de coisas que acontecem só de vez em quando”.
Em 1980, desenhando para o jornal Folha de São Paulo, criou a ‘Bruxinha’, personagem mais popular de suas criações. Segundo Eva, a Bruxinha começou apenas como uma tirinha para jornal, foi evoluindo, aprimorando-se durante seis ou sete anos, e só então se tornou livro. Com a publicação ela desenvolveu a capacidade de escrever. Inspiração e muito trabalho tornaram-se seu dia-a-dia. Eva conta que sempre trabalha um texto a partir de uma imagem. Mas pratica muito para chegar ao resultado final.
“Eu fico recolhida de olhos fechados para abrir a portinha para o universo dos sonhos e as idéias vêm e as personagens ganham vida”.
Então ela escreve, reescreve, consulta pessoas, dicionários, volta a mexer, até chegar à conclusão de que o trabalho está bom. O resultado de tanta dedicação são cinqüenta livros infantis publicados, mais de 3 milhões de exemplares vendidos no Brasil, América Latina e Europa e importantes prêmios, como o Jabuti, APCA e Fundação Nacional do Livro.
“Eu gosto muito de escrever para as crianças porque elas são exigentes e sinceras”.
A possibilidade de incentivar o gosto pela leitura e despertar o jovem para importantes questões do dia-a-dia também são atrativos para Eva escrever e desenhar. Vale lembrar que alguns de seus livros - como ‘Lolo Barnabé’, ‘Pandolfo Bereba’, ‘Abaixo das Canelas’, ‘Cocô de Passarinho’, ‘A Bruxa Zelda e os 80 docinhos’ - já foram adaptados para o teatro, sendo que ‘Truks’ recebeu o prêmio Mambembe em 94.
Eva Funari em auto-retrato. Caracterizada com as roupas da ‘Bruxinha’, personagem com a qual ganhou fama.
DURANTE A LEITURA
·         Antecipações justificadas, feitas a partir de uma primeira visualização das figuras que compõem o livro.
·         Leitura compreensiva e interpretativa da primeira parte do livro.
1) Explique o que a autora sugere ao dizer:
a) “Sentavam-se no mesmo lugar e diziam as mesmas coisas.”
b) “Um mês depois o assunto das conversas foi aumentanto.

2) A festa marca uma situação especial. Qual é a importância dela para o entendimento da história?

APÓS A LEITURA
·         Exposição oral dos textos produzidos para apreciação da sala e confronto de idéias: As sugestões foram as mesmas? Quais foram as mais interessantes?
·         Conversa sobre a solução trazida pela autora: Ela foi criativa? Por quê? Vocês tinham pensado nessa solução quando escreveram cartas aos moradores da cidade?





Sequencia didática – produção textual

1.       Texto fatiado (ordenar e ilustrar) – enfocando a coerência de ações e a cronologia do texto.
2.       Reescrita coletiva (na lousa ou em papel pardo) – a classe escolhe quem será o redator e o professor só interfere quando ou se houver necessidade.
3.       Produção textual – (propor que escrevam uma carta para os habitantes da cidade com sugestões para ajudá-los a solucionar o problema em questão) em dupla com base em modelo que contenham as especificidades de uma carta.
4.       Pesquisa sobre as espécies de passarinhos mais comuns nas cidades brasileiras (internet);
5.       Produção de ficha técnica – com principais informações sobre os pássaros pesquisados (ver modelo);
6.       Produção de texto informativo - com base em modelo (em duplas);
Correção no retro projetor:
1) Um texto que não seguiu a estrutura e a linguagem formal necessária ao gênero;
2) Um texto onde houve muitos erros ortográficos (os mais frequentes na sala);
3) Correção com legenda dos demais textos visualizando o fim social – exposição para os colegas de sala.
- Exposição escrita, cartazes com texto e ilustrações, dos textos produzidos para apreciação da sala;
- Bingo ortográfico com as dificuldades encontradas nas produções;
Socialização: O que foi importante no trabalho com o livro “Cocô de passarinho”?
Questionário interpretativo:
1) Como se chama o livro estudado?
2) Que outro título você daria a historia?
3) Descreva como era a cidade inicialmente.
4) Como viviam os moradores da cidade?
5) E os passarinhos?
6) Que tipo de problemas os moradores tinham que resolver (conflito)? Conseguiram? Como solucionaram (desfecho)?
7) O que aconteceu com a conversa dos moradores?
8) Que mudança ocorreu nas suas vidas?
9) E na vida dos passarinhos?
10) Qual mensagem a autora quer nos transmitir? Como você chegou a esta conclusão?
11) As ilustrações apresentadas pelo livro são interessantes? Por quê?
12) A história trazida pelo livro é interessante? Por quê?
13) Você conhece outros trabalhos da autora? Quais? Você os acha interessante?

Modelo da ficha técnica:

FICHA TÉCNICA

Passarinho escolhido__________________________________

Nome científico:__________________________________

Nome popular:___________________________________

Tamanho:_________________________________

Espécie:___________________________________

Local onde é encontrado:________________________________

Hábitat:___________________________________

Alimentação:_______________________________

Modo de viver:_____________________________________

Pode ser domesticado:_______________________________

Curiosidade:_______________________________

Motivo da busca:____________________________________



Texto fatiado:
Era uma vez uma cidade bem pequena. Tinha seis habitantes. Todo
...fim de tarde eles se reuniam para conversar na praça.
Sentavam-se sempre no mesmo lugar e diziam as mesmas coisas.
Os passarinhos da praça também estavam sempre nos mesmos lugares e piavam as mesmas coisas.
Os moradores da cidade tinham...
...um grande problema.
Todos os dias os passarinhos faziam cocô na cabeça deles e isso os deixava bastante aborrecidos.
Um dia se reuniram, na praça mesmo, para achar uma solução para o problema.
Depois de duas horas de discussão chegaram num acordo.
Usariam chapéus.
Passaram então a ficar elegantes, cada um com o seu. Por algum tempo a conversa mudou um pouco.
Até que um dia passou um vendedor ambulante pela cidade. Ele vendia flores e sementes. Ninguém comprou, mas quando...
... ele se distraiu os passarinhos comeram muitas sementinhas das cestas. E a conversa dos...
...passarinhos também mudou um pouco.
Na semana seguinte um dos moradores observou algumas mudanças nos chapéus. E a conversa foi aumentando, pois nasceram muitas e diferentes plantas nos chapéus.
Nas plantas sugiram ninhos e estes se encheram de ovinhos.
Depois de três meses nasceram os filhotes. E os moradores passaram a discutir quais seriam os nomes dados aos novos moradores.
Um ano depois, organizaram a festa de um ano do chapéu, sabe quem era o convidado de honra? O vendedor...
...de flores.
No dia seguinte da festa era só alegria. Os passarinhos faziam a maior algazarra e os moradores da cidade eram só generosidade e harmonia. Até já imaginavam a festa do ano seguinte.
E a conversa nunca mais foi a mesma.
Cocô de passarinho
Eva Furnari




Pontuando o texto:
Pontue o trecho retirado do livro, de forma a inferir a significação original e usando os sinais necessários à situação:
“Três meses depois____
____Nasceram os filhotes ____Vamos escolher os nome_____
____Que tal Pasqautela____Zebertelha e Pedregulha____
____Não tem graça____
Quatro meses depois____
____Eu gosto mais quando eles dançam rumba____
____Eu não____prefiro lambada____Faz mais a minha cabeça____”





















A gramática no texto (concordância e tempo verbal):
Complete as lacunas do texto com o verbo que esta entre parênteses. Não esqueça que o fato já ocorreu e os personagens principais da história são os moradores e os passarinhos:
Cocô de passarinho
Eva Furnari

Era uma vez uma cidade bem pequena. Tinha seis habitantes. Todo fim de tarde eles se _____________ (reunir) para conversar na praça.
__________-se (sentar) sempre no mesmo lugar e __________ (dizer) as mesmas coisas.
Os passarinhos da praça também __________ (estar) sempre nos mesmos lugares e __________(piar) as mesmas coisas.
Os moradores da cidade __________ (ter) um grande problema. Todos os dias os passarinhos __________ (fazer) cocô nas suas cabeça e isso os deixava bastante aborrecidos.
Um dia se _____________ (reunir), na praça mesmo, para achar uma solução para o problema. Depois de duas horas de discussão __________ (chegar) num acordo.
___________ (usar) chapéus. __________ (passar) então a ficar elegantes, cada um com o seu. Por algum tempo a conversa mudou um pouco.
Até que um dia passou um vendedor ambulante pela cidade. Ele vendia flores e sementes. Ninguém comprou, mas quando ele se distraiu os passarinhos __________ (comer) muitas sementinhas das cestas. E a conversa dos passarinhos também mudou um pouco.
Na semana seguinte um dos moradores observou algumas mudanças nos chapéus. E a conversa foi aumentando, pois __________ (nascer) muitas e diferentes plantas nos chapéus.
Nas plantas __________ (surgir) ninhos e estes se __________ (encher) de ovinhos.
Depois de três meses __________ (nascer) os filhotes. E os moradores __________ (passar) a discutir quais seriam os nomes dados aos novos moradores.
Um ano depois, __________ (organizar) a festa de um ano do chapéu, sabe quem era o convidado de honra? O vendedor de flores.
No dia seguinte da festa era só alegria. Os passarinhos __________ (fazer) a maior algazarra e os moradores da cidade __________ (ser) só generosidade e harmonia. Até já __________ (imaginar) a festa do ano seguinte.

E a conversa nunca mais foi a mesma.

Formação : Leitura em sala de aula - leitura silenciosa

Olá,

Segue material para formação de leitura!

FORMAÇÃO DE LEITURA


A leitura aperfeiçoa-se e aprofunda-se através da pluralidade das experiências e atividades de leitura. A leitura em contexto escolar deve ser motivada e finalizada. Isto é, as atividades de leitura deverão ter fundamentos claros e precisos, que constituam desafios de aprendizagem - não basta o simples “hoje vamos ler o texto da p. x…”. Como se explicita em determinado momento nas orientações de gestão do Programa, cabe ao professor criar “contextos de ensino e de aprendizagem ricos, desafiadores e significativos” (p.142). As atividades e projetos de leitura devem também ser sempre orientados para um (ou vários) propósito(s) ou finalidade(s): por exemplo, ler para identificar ideias-chave, ler para procurar informação específica; ler para identificar pontos de vista; ler para debater as posições do autor; ler para recreação. O novo Programa de Português, ao organizar-se em função dos desempenhos dos alunos, obriga-nos, enquanto docentes, a elaborar sequências didáticas que perspetivem com clareza o caminho que se pretende percorrer e onde se deseja chegar.
São as atividades que vão estabelecer uma primeira relação entre o aluno-leitor e o texto: os seus objetivos de aprendizagem, as tarefas associadas, os resultados ou produtos que se pretendem alcançar, por exemplo, devem ser claramente explicitados (cf. Crow, 2002; Ofsted, 2004).

Trabalho Prático:

Competência:
Ler para apreciar textos variados


Descritores de desempenho:
Exprimir sentimentos, emoções, opiniões, provocados pela leitura de textos.

Conteúdo:
Leitura silenciosa

Material:
·         Livro
·         Textos digitalizados
·         Gravador áudio
·         Máquina fotográfica

Local onde decorreu a atividade:
Sala de exposições temporárias com as cadeiras em semi-círculo 

Apresentação:
Hoje e ao contrário do que é habitual, não vão ouvir uma história. Vou dar uma história a cada um e vão lê-la em silêncio. Têm 10 minutos para ler a história. Há várias histórias diferentes. Vão ler a história em silêncio e depois vamos falar um pouco sobre o que acabaram de ler. Podem dizer o que quiserem, falar sobre o que vos apetecer. No momento em que cada criança  falar, sobre a sua leitura, todos os colegas devem escutar em silêncio. No momento em que falarem sobre a história, levantam-se do vosso lugar e sentam-se na cadeira que está de frente para os colegas.

Atividade:
Ler a história durante 10 minutos e de seguida partilhar com os colegas a sua leitura. Dizer o que lhe apetecer sobre o texto. Os textos foram todos retirados do livro.
Fala sobre as personagens
 Qual a tua opinião sobre o texto?
Identificar palavras-chave.
O que aprendeu  de novo com o texto?
Qual o assunto do texto? Fala sobre assunto.
Que tipo de frases encontradas no texto.
Que palavras/adjetivos novos encontramos no texto.


Formação de língua portuguesa - Sequência didática "Gato Malhado e Andorinha Sinhá"

Material fornecido por Ana Paula Noveli no curso "Práticas de Linguagem" - Alfredina Nery


SEQUÊNCIA DIDÁTICA DE LEITURA

GATO MALHADO E ANDORINHA SINHÁ
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Ano do ciclo-  4º e 5ºanos
Duração- meses de setembro e outubro de 2011
OBJETIVOS
1-      Propiciar aos alunos a leitura de uma história envolvente e com conceitos qualificados de uma boa narrativa;
2-      Ampliar o repertório dos alunos;
3-      Desenvolver habilidades leitoras nos alunos;

                                                                    ETAPAS
Antes da leitura

·         Levantar com as crianças o que elas sabem sobre o autor e o ilustrador;
·         Explorar a capa, a contracapa e as orelhas do livro;
·         Levantar as hipóteses que as crianças têm sobre a história tratada;
·         Apresentar a biografia do autor e ilustrador;


Durante a leitura

·         Realizar a leitura compartilhada em capítulos;
·         Antecipar o que irá acontecer no próximo capítulo;
·         Retomar o capítulo anterior (pela imagem e pela memória);
·         Realizar uma roda de comentários sobre o capítulo lido;

Depois da leitura

·         Verificar as hipóteses levantadas pelas crianças;
·         Realizar uma roda de comentários sobre as opiniões dos alunos depois de terminada a leitura do livro;
·         Exploração mais específica dos parêntesis que o livro traz e também do Posfácio;
·         Apresentação da biografia da Tatiana Belinky;
·         Utilização do dicionário para as palavras desconhecidas do texto;
·         Assistir com as crianças os vídeos que o Youtube tem sobre a história;
·         Pedir para que aos alunos leiam novamente o livro, agora sem interrupções;
 




BIOGRAFIAS
JORGE AMADO

Jorge Leal Amado de Faria (Itabuna, 10 de agosto de 1912Salvador, 6 de agosto de 2001) foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos.
Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos e Tenda dos Milagres. A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em braille e em fitas gravadas para cegos.
Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões, o Nobel da língua portuguesa.
Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Jorge Amado. Alguns biógrafos indicam que o seu nascimento se deu na Fazenda Auricídia, à época município de Ilhéus. Mais tarde as terras da fazenda Auricídia ficaram no atual município de Itajuípe, com a emancipação do distrito ilheense de Pirangy. Entretanto, é certo que Jorge Amado foi registrado no povoado de Ferradas, pertencente a Itabuna.
No ano seguinte ao de seu nascimento, uma praga de varíola obriga a família a deixar a fazenda e se estabelecer em Ilhéus, onde viveu a maior parte da infância, que lhe serviu de inspiração para vários romances. Foi para o Rio de Janeiro, então capital da república, para estudar na Faculdade de Direito da então Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante a década de 1930, a faculdade era um polo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado.
Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos de sua geração. São temas constantes em suas obras os problemas e injustiças sociais, o folclore, a política, crenças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro, contribuindo assim para a divulgação deste aspecto do mesmo. Suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), o que lhe rendeu fortes pressões políticas. Era casado com Zélia Gattai, também escritora, que o sucedeu na Academia Brasileira de Letras. Com ela teve três filhos: João Jorge, sociólogo, Paloma, e Eulália. Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros. Na década de 1990, porém, viveu forte tensão e expectativa de um grande baque nas economias pessoais, com a falência do Banco Econômico, onde tinha suas economias. Não chegou porém a perder suas economias, já que o banco acabou socorrido pelo Proer, controvertido programa governamental de auxílio a instituições financeiras em dificuldades. O drama pessoal de Jorge Amado chegou a ser utilizado pelo lobby que defendia a intervenção no banco, para garantir os ativos dos seus correntistas.
 CARYBÉ


Hector Julio Páride Bernabó ou Carybé (Lanús, 7 de fevereiro de 1911Salvador, 2 de outubro de 1997) foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino naturalizado e radicado no Brasil.
Durante a época que morou no Rio de Janeiro, foi escoteiro. Lá, era costume cada um ser identificado por um nome de peixe e ele recebeu o apelido de de Carybé (nome de um tipo de piranha). O artista usou-o então como alcunha no lugar do seu nome de batismo, muito parecido com o do seu irmão, também pintor.[1]
Fez cinco mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços. Ilustrou livros de Jorge Amado e Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. Era obá de Xangô, posto honorífico do candomblé. Faleceu na varanda da casa de Xangô, do Ilê Axé Opô Afonjá, lugar que adorava.
Uma parte da obra de Carybé se encontra no Museu Afro-Brasileiro de Salvador. São 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia. Cada prancha apresenta um orixá com suas armas e animal litúrgico. Foram confeccionadas em madeira de cedro, com trabalhos de entalhe e incrustações de materiais diversos, para atender a uma encomenda do antigo Banco da Bahia S.A., atual Banco BBM S.A., que os instalou em sua agência da Avenida Sete de Setembro, no ano de 1968.
TATIANA BELINKY
Nasceu em São Petersburgo (Rússia) no dia 18 de março de 1919. Chegou com a família ao Brasil aos dez anos de idade, fugindo das guerras civis que assolavam a então União Soviética. Nesta altura, Tatiana já falava russo, alemão e letão.
Aos dezoito anos, após concluir um curso preparatório, começou a trabalhar como secretária-correspondente bilíngue, nos idiomas português e inglês. Aos vinte ingressou no curso de Filosofia da Faculdade São Bento, mas abandonou-o em seguida, quando se casou com o médico e educador Júlio Gouveia, em 1940. O casal teve dois filhos.
No ano de 1948, começa a trabalhar em adaptações, traduções e criações de peças infantis para a prefeitura de São Paulo em parceria com o marido. Em 1952 encenam "Os Três Ursos" em pedido da TV Tupi, que atinge grande sucesso. O êxito deste trabalho foi definitivo para a carreira da escritora iniciante: o casal é convidado a ter um programa fixo na emissora. Dentro da casa, Tatiana e Júlio fazem a primeira adaptação de o "Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato. O trabalho do casal na Tupi seguiria até 1966. Neste ínterim, Tatiana Belinky recebe seus primeiros prêmios como escritora, além de tornar-se presidente da CET (Comissão Estadual de Teatro de São Paulo).
Em 1972 passa a trabalhar na TV Cultura e em grandes jornais do estado de São Paulo, como a Folha de São Paulo, o Jornal da Tarde e O Estado de São Paulo, escrevendo artigos, crônicas e crítica de literatura infantil.
Finalmente, em 1985, Tatiana Belinky desponta como escritora de livros, colaborando em uma série infanto-juvenil. Em 1987 publica o primeiro livro: "Limeriques", pela editora FTD, baseando-se nos limericks irlandeses. A partir desta publicação, Tatiana passa a trabalhar fervorosamente sobre novas criações, chegando a escrever mais de cem obras. Suas publicações são acompanhadas por vários prêmios literários, entre eles o célebre Prêmio Jabuti, recebido em 1989.
De sua vasta obra, destacam-se "Coral dos Bichos", "Limeriques", "O Grande Rabanete", "Di-versos russos", "Limerique das Coisas Boas", entre outros.
Nestes últimos anos, Tatiana Belinky tem também publicado livros de crônicas e memórias.

Em 2010, no dia 15 de abril ocorreu a sessão de posse da Academia Paulista de Letras, passando a ocupar a cadeira 25 e tendo sido recebida pelo Acadêmico Francisco Marins.